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Semana 02 Uma analogia do discipulado:

Semana 02 Uma analogia do discipulado:

QUEM É DISCÍPULO E PODE DISCIPULAR?

Uma analogia do discipulado:

O processo desenvolvido entre dois jovens para iniciar um namoro é uma grande analogia de como deve acontecer a definição de discipulado um a um. Quando dois jovens se atraem por fatores físicos, comungam de ideologias semelhantes e começam a desejar passarem mais tempo juntos, cria-se um clima que pode conduzir ao namoro. Outras pessoas não decidem quem namora com quem, mas os pais autorizam o namoro e acompanham o processo que passa a ser desenvolvido entre esses dois jovens.

Com esses poucos aspectos do início de um namoro, podemos compreender como deve ser definido quem discípula quem na igreja. Não acredito que algum líder da igreja deve simplesmente definir a revelia de interesse dos envolvidos, quem deve discipular quem. Quando um crente mais maduro gera afinidade com um crente mais maduro e ambos conhecem e aceitam essa caracterização de maturidade cristã que cada um tem, então essa sinergia entre ambos é um indicativo de que está nascendo um processo de discipulado.

Pastores ou líderes do ministério DUAU seriam como os pais daqueles jovens que vão namorar, então autorizam ou não a aliança de discipulado que duas pessoas pretendem estabelecer entre si – o mais maduro e o menos maduro. Cabe à referida liderança acompanhar o processo oferecendo subsídios por meio de aconselhamento e direcionamento, para que o desenvolvimento do discipulado tenha sucesso.

COMO USAR O DUAU?

Não sou muito adepto de programas de discipulado, pois acredito que o maior programa é a convivência e relacionamento entre alguém mais maduro e outra pessoa menos madura na fé, os quais vivem próximos e participam das mesmas circunstancias no dia a dia de suas vidas. Todavia, reconhecendo que pastores e ovelhas precisam de um rumo a seguir no proposito de efetivar o discipulado na igreja local, acabei por somar com aqueles que munidos do mesmo propósito que tenho geram processos de discipulado.

O processo sugerido pelo DUAU é discipular através de ensinar a observar a tudo que Jesus disse, conforme Mateus 28.20. Mas quem ensina quem? Essa é a grande incógnita do discipulado, pois no norteamento da igreja não é produtivo apenas fazer uma escala de nomes de quem discípula e de quem é discipulado. Acredito que fazer isso é como casamento arranjado que alguém decide com quem outro alguém vai casar. A melhorar analogia do discipulado, no processo de escolha de quem discípula quem é o casamento. Duas pessoas precisam se apaixonar e numa avaliação que transcende os sentimentos um conjunto de valores admirado entre duas pessoas as atraem para uma aliança mais profunda do que amizade.

O pastor pode ajudar nesse processo identificando níveis espirituais e conjunto de valores, e assim balizando a decisão tomada entre discípulo e discipulador, assim como pais abençoam (ou não) a decisão de dois jovens em se casarem.




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